quinta-feira, 11 de outubro de 2012

POEMA 6ª Ano B - ESCRAVIDÃO ROMANA


TEMA: ESCRAVIDÃO ROMANA

EU TRABALHO MUITO
DOU TODO O MEU ESFORÇO
NÃO GANHO NADA EM TROCA

APENAS UMA MISÉRIA
DE DINHIRO E UM
PEDAÇO INÚTIL DE TERRA

TENHO FILHOS PARA SUTENTAR
E UMA MULHER PARA AGRADAR
COM O POUCO QUE GANHO

NÃO ME SOBRARIA NADA
ESSA VIDA É INJUSTA
A ESCRAVIDÃO TEM QUE ACABAR.

Aluna do 6ª B: Kauany Colombo

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

ARTIGO DE FILOSOFIA


Caros visitantes,

Segue link para o artigo de Filosofia com o título: NOTA SOBRE O TEMA DA DILACERAÇÃO DA VONTADE NAS CONFISSÕES DE AGOSTINHO DE HIPONA , do Filosófo - Marcelo P. de andrade.

                                  
RESUMO:

O presente trabalho pretende realizar uma sondagem das profundas observações, descrições dramáticas e relatos da dilaceração da vontade experimentados pelo próprio Agostinho, conforme algumas passagens das Confissões, em que aparece o tema da não-coincidência da alma consigo mesma como empecilho à felicidade humana.
Palavras-Chave:
Dilaceração – confissões – felicidade humana.


RÉSUMÉ


Le présent document se propose de mener une enquête sur les observations profondes, des descriptions dramatiques et les rapportes d´une lacération de la volonté vécus par Augustin luimême, selon certains passages des Confessions, dans lequelles arrive la question de la noncoïncidence de l'âme avec elle-même comme un obstacle au bonheur humain.
Mots-clés
: Déchirure - Confessions - le bonheur de l'homme.






Att,
Prof. Claudinei C. dos Santos

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

ARTIGO DE FILOSOFIA E ECOLOGIA

Caros visitantes,

Segue link para o artigo de Filosofia, com o título: FACTS AND VALUES IN ECOLOGY. PHILOSOPHICAL INSIGHTS FROM RACHEL CARSON’S SILENT SPRING
, do Filósofo Pierluigi Barrotta


Resumo do trabalho:

Através da análise do mundialmente famoso livro de Rachel Carson, eu o defino para defender três teses relativas à ciência e ecológia: 1) os cientistas não devem ser cautelosos de atravessar a linha entre factos e valores, uma vez que a dialética racional mostra claramente que a inclusão de valores morais nos debates científicos não faz ciência irracional ou tendenciosas. Pelo contrário, se os cientistas estão comprometidos com um valor moral, é totalmente racional para eles declararem expressamente se tal for necessário em um diálogo;
2) alguns termos científicos em ecologia são "grossos" no sentido de que ambos têm um descritivo e uma importancia moral. Para os positivistas isto implica que a linguagem da ecologia em si é tendenciosa, mas vou defender que esta conclusão não é razoável; 3), a fim de ser um bom conselheiro científico o ecologista também deve ter um bom domínio do discurso moral. Nenhum dos meus argumentos vão violar a chamada lei de Hume. Em vez irei mostrar factos e valores que são fortemente entremeados na ciência ecológica
independentemente da lei.

Abstract:

Through the analysis of the world-famous book by Rachel Carson, I set out to defend three theses concerning ecological science: 1) scientists should not be wary of crossing the line between facts and values, since dialectical rationality clearly shows that including moral values in scientific debates does not make science irrational or biased. On the contrary, if scientists are committed to a moral value, it is altogether rational for them to state it explicitly if this is required in a dialogue; 2) some scientific terms in ecology are “thick” in the sense that they have both a descriptive and a moral import. For positivists this implies that the language of ecology itself is biased, but I shall argue that this conclusion is not reasonable; 3) in order to be a good scientific advisor the ecologist must also have a good command of the moral discourse. None of my arguments infringe the so-called Hume’s law. Rather I shall show that facts and values are strongly intermingled in ecological science independently of the law.

LINK:  http://institutodefilosofia.com.br/pdf/revista%20physis/physis1/artigo_pierluigi.pdf 



Att,
Prof. Claudinei
 

quarta-feira, 16 de maio de 2012

FRAGMENTOS - O QUE É ÉTICA E MORAL?


REFLEXÃO:

A Ética é a extensão daquilo que buscamos, seja para si ou para o conjunto, por exemplo: bem, respeito, responsabilidade etc. A moral é o conjunto das ações que fundamentam nosso aspecto individual e social para a vida ética.

(SANTOS, C.C. - 2012).

sexta-feira, 27 de abril de 2012

ARTIGO DE FILOSOFIA E CULTURA CONTEMPORÂNEA

Caros visitantes,

Segue link para o artigo de Filosofia, com o título: RETALHOS: MULTICULTURALISMO, MINORIAS E IDENTIDADES, do Filósofo Claudinei C. dos Santos

                                   Resumo do trabalho:

Por um viés de entrelaçamento, este trabalho tem o objetivo de mostrar aspectos das ações do multiculturalismo, segmentos de agentes minoritários e algumas barreiras identitárias, por um recorte e /ou visão de vários pensadores. Fazendo uma abordagem do termo “cultura” e as implicações com a invasão de seu espaço por outros agentes de transformação, bem como definições ou classificação do termo “cultura”.

RÉSUMÉ

Pour un parti pris de l'intrication, ce document vise à montrer les aspects des actions Du multiculturalisme, des penseurs segments minorité d'agents et de certaines barrières de l'identité, pour une coupe et / ou afficher diverses, en faisant une approche du terme «culture» et lês implications de l'invasion de leur espace par les agents de transformation et autres, telles que La définition ou la classification du terme «culture».

LINK:  http://www.institutodefilosofia.com.br/pdf/SCIENCE%20INSTITUTE/ARTIGOS-IF-2009-I/artigo_claudinei.pdf


Att,
Prof. Claudinei
 


quarta-feira, 18 de abril de 2012

ARTIGO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL - ECOLOGIA

Caros visitantes,

Segue link para o artigo de Educação Ambiental com o título: MEMÓRIA, HISTÓRIA E MEIO AMBIENTE NATURAL, dos Pesquisadores: MARIA INÊS GASPARETTO HIGUCHI e PETER WEIGEL.


                                   Resumo do trabalho:

 


Neste artigo procura-se contribuir para o entendimento das dimensões do comportamento ecológico que circundam os recursos naturais, ou natureza, tendo a história, aqui entendida como memória, como ponto aglutinador de compreensão do tempo presente, aquele que vivemos hoje, mas que não se desvincula do passado e que serve de origem para o tempo futuro. Para entender essa dinâmica da relação humanos-natureza, buscamos na história a memória que trazemos em nossas concepções, em nossas práticas ecológicas. Isto é, as idéias subjacentes às práticas ecológicas humanas são fundamentalmente um fenômeno histórico, porque é constituído ao longo do tempo por meio de relações intersubjetivas entre determinadas pessoas. Em outras palavras, nós incorporamos a história de nossas relações com todos os outros com quem nós nos relacionamos. Nesses encontros nós tocamos na construção da história desses outros, numa cadeia interminável de interdependências. Nesse sentido, a história das pessoas que nos antecederam com suas relações vividas, é pedra angular da estruturação de nossa história pessoal e coletiva inclusive na relação com a natureza e seus recursos.